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Spring Wireless recebe aporte de US$ 56 milhões

terça-feira, agosto 26th, 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008, 18h55

A Spring Wireless, fornecedora de soluções para mobile business na América Latina, acaba de receber um aporte de capital, no valor de US$ 56 milhões, da Goldman Sachs, New Enterprise Associates (NEA) e da Ideasnet. Os recursos serão utilizados para a expansão das operações internacionais da companhia e na aquisição de empresas.

O primeiro passo da Spring Wireless será criar um escritório em Seattle, nos Estados Unidos, ainda neste mês. No total, serão investidos US$ 8 milhões na estrutura americana que contará com 12 profissionais, distribuídos entre as áreas de vendas, gestão de projetos e relacionamento com o cliente. Os focos serão os setores de serviços financeiros, bens de consumo e farmacêutico. Até o fim do ano, a empresa espera obter três clientes e a expectativa é contar com 20 clientes em 2009.

“Pretendemos nos consolidar como líder mundial em soluções para mobile business. Nosso objetivo é alcançar um faturamento de US$ 500 milhões até 2012″, afirma Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless. “Já somos cerca de três vezes maior do que o nosso principal concorrente nos Estados Unidos e na Europa eles são bem menores. Além disso, nossa tecnologia está à frente das desenvolvidas pelos nossos competidores no exterior.”

O processo de internacionalização da Spring Wireless iniciou-se em 2004 com a abertura da subsidiária do Chile. A estratégia acelerou-se no ano seguinte com a aquisição da Sysgold, consolidando-se como uma das maiores fornecedoras de soluções de mobile business na América Latina. Na Europa, a empresa atua na Península Ibérica e na Rússia e, recentemente, aumentou sua cobertura no mercado europeu com a abertura de subsidiárias na Bélgica e na França. Até o fim do ano, o objetivo é abrir um escritório na Ásia.

As operações internacionais já representam 25% do faturamento total da companhia, que não revela o valor. A expectativa é que em 2009 esse montante represente 45% dos resultados. Atualmente, a empresa conta com 600 funcionários, 40% deles no exterior, e 230 clientes, sendo cerca de 70 no fora do Brasil. “Nossa expectativa é dobrar a base de clientes no exterior a cada ano”, explica Condé.

A Spring foi avaliada para este aporte em US$ 110 milhões pré-money e em US$ 140 milhões pós-money. Com base nessa avaliação, o retorno para os acionistas da Ideiasnet desde o investimento inicial, em dezembro de 2004, é de aproximadamente 450%. A Ideiasnet continuará detendo um assento no conselho de administração e participação de 10,2% no capital da empresa. A intenção dos sócios da Spring é efetuar a abertura do capital da empresa durante o ano de 2009 na bolsa eletrônica Nasdaq.

O aporte do NEA, que efetua seu primeiro investimento na América Latina, e do Goldman Sachs, é um exemplo do tipo de operação que está sendo avaliada pela Ideiasnet para o seu portfólio atual e oportunidades futuras. “Esperamos que este investimento na Spring Wireless seja o primeiro de muitos negócios que pretendemos fazer com o NEA, Goldman e outros grandes investidores e fundos de venture capital estrangeiros nas empresas da Ideiasnet”, disse Luis Alberto Reátegui, diretor presidente da Ideiasnet.

A NEA é uma empresa de capital de risco focada em apoiar empresários a desenvolver novas e grandes empresas de tecnologia. Com aproximadamente US$ 8,5 bilhões em capital, a empresa investiu em mais de 600 empresas, das quais mais de 160 se tornaram públicas e mais de 245 foram adquiridas. Nos Estados Unidos, a NEA possui escritórios em Menlo Park, na Califórnia, e em Chevy Chase e Baltimore, em Maryland. Além disso, a companhia está presente na Índia, com um escritório em Bangalore, e na China, com representações em Pequim e Xangai.

Pesquisa mostra democratização da internet no Brasil

sexta-feira, agosto 8th, 2008

05/0819:42Luísa Pécora, do Último Segundo

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Eleições

Os números da pesquisa Datafolha sobre a maior penetração da internet no Brasil foram divulgados meio à campanha para as eleições municipais deste ano, que tiveram alcance limitado na internet devido a uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Ari Amborghini, o TSE exagerou ao vetar blogs e comunidades na campanha. “Como há favorecimento de candidatos que têm muito dinheiro, concordo que é preciso haver controle. Mas hoje as pessoas buscam informações sobre os candidatos na internet. É este o melhor meio para os eleitores conversarem com os candidatos, entenderem suas propostas”, afirma.

Fernand Alphen acredita que o TSE está “remando contra a maré” e que as restrições para a campanha na internet são surpreendentes em um país que usa urna eletrônica e promove prestação de contas dos políticos na internet. Ele cita a vitoriosa campanha do norte-americano Barack Obama nas primárias democratas para exemplificar o peso da internet nas eleições. “O Obama começou a campanha com pouco dinheiro, mas utilizou a internet de todas as formas possíveis: ele tinha Twitter, Facebook, Orkut, site, blog, uma equipe para responder e-mails de eleitores, e assim conseguiu arrecadar US$ 1 bilhão pela rede”, diz. Quase metade dos doadores de Obama contribuiram com menos de US$ 200.

Além disso, Alphen acredita que a medida não tem sentido porque a internet não é uma mídia passiva como a televisão. “Na web, eu decido o que quero ver. Eu só entro no blog do Barack Obama se quiser saber o que ele pensa sobre determinado assunto”, explica. “O internauta é quem provoca o conteúdo. Se ele quer a informação, não deve ser limitado.”

 


 

Quase metade dos internautas do País acessa a web de locais públicos

quinta-feira, agosto 7th, 2008

Redação do IDG Now!

06-08-2008

Entre os 59 milhões de internautas adultos no Brasil, acesso em locais pagos cresceu de 19% para 29% em 7 meses, revela F/Radar.

Dos 59 milhões de brasileiros adultos, com idade acima de 16 anos, que acessam a internet, 48% navegam em locais públicos (29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público). Esta é uma das constatações da terceira edição do F/Radar, pesquisa conduzida pelo DataFolha a pedido da F/Nazca.

Na comparação com o estudo de agosto de 2007, a pesquisa registra um crescimento no acesso à internet em locais pagos (de 19% para 29%) e em casa de parentes ou amigos (de 13% para 21%).

O estudo realizado nos dias 26 e 27 de março, com 2.110 pessoas em mais de 150 municípios – 40% da região metropolitana e 60% do interior – mostra que 47% da população adulta tem acesso à internet no País. Em 2007 a penetração era de 38% da população adulta, mas o Datafolha ressalta que o modelo de questionamento foi modificado em relação ao ano passado.

Os dados superam o volume de 41,5 milhões de internautas adultos, indicado pelo Ibope/NetRatings, em junho.

Na avaliação do DataFolha, 25% dos brasileiros adultos ossuem internet em casa, especialmente via banda larga e 21% têm o costume de utilizá-la. A média de acesso é de 3,6 dias por semana.

Se a relação entre renda per capita e acesso à internet existisse, segundo a pesquisa, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos, por exemplo.

Avaliando o comportamento do brasileiro na Web 2.0, o F/Radar mostra que 53% dos entrevistados que acessam a internet já incluíram ou incluem textos e/ou informações de sua autoria na web. O número de pessoas que afirmam postar comentários em sites de notícias evoluiu de 3% da última edição da pesquisa para 11%.
A média de internautas que possui perfil no Orkut cresceu de 36% da amostra de 2007 para 46% este ano. A participação em comunidades na rede social do Google também cresceu – de  27% para 37%.

Aproximadamente metade dos internautas costuma ouvir músicas em sites (56%), assistir vídeos em sites (49%) e baixar músicas (48%).

 

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Aspirante a “Vale do Silício”, Petrópolis inaugura hoje festival de tecnologia

segunda-feira, agosto 4th, 2008

FELIPE MAIA
Enviado especial da Folha Online a Petrópolis

Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, quer ser o “Vale do Silício brasileiro”, estimulando a implantação de empresas de tecnologia. Como parte desse trabalho, a cidade dá início nesta segunda-feira (4) ao 1º FTP (Festival de Tecnologia de Petrópolis), com o objetivo de reunir “cérebros” da área para discutir o assunto de maneira ampla, da robótica à medicina, passando pela arte digital.

O evento, que vai até sábado (9), terá participação de palestrantes de centros como o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e das universidades de Harvard, Paris, Londres e Cambridge. Os organizadores do evento, capitaneados pelo Movimento Petrópolis-Tecnópolis, afirmam que o principal diferencial do festival é a aposta na transmissão de conhecimento, sem atividades comerciais –não haverá venda ou apresentação de produtos.

Silvio Cioffi/Folha Imagem
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez

“Não tem feira, não tem estande. É um evento focado no público profissional de tecnologia, para fazer com que esses diversos atores discutam seu papel nesse mercado”, afirma Ana Hofmann, gerente-executiva do Movimento Petrópolis-Tecnópolis.

As palestras, workshops e apresentações vão ocorrer na Fase (Faculdade Arthur Sá Earp Neto), na sala de cinema Manuel Bandeira, no Teatro Municipal e no Palácio de Cristal, um dos principais cartões-postais da cidade.

Entre os destaques, uma palestra com Ben Kaufman, 21, eleito pela “Inc. Magazine” o empreendedor nº 1 dos EUA com menos de 30 anos de idade. Na terça-feira (5), ele fala sobre o desenvolvimento de projetos via internet.

Na sexta-feira (8), Johnny Chung Lee, da Carnegie Mellon University, mostra as potencialidades do Wiimote, o controle do console Wii –neste vídeo na rede, ele mostra como o equipamento pode ser utilizado para simular imagens em uma tela, reproduzindo movimentos do usuário. A palestra é gratuita, mas restrita a estudantes universitários.

Tecnopólo

O FTP faz parte de um projeto maior, com ambições de transformar Petrópolis em um centro de tecnologia nacional. Atualmente, existem 72 empresas de base tecnológica por lá, principalmente nas áreas de desenvolvimento de software e telecomunicações –cerca de 30 delas se instalaram nos últimos quatro anos.

Uma das bases do projeto foi um estudo feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em 1998, que indicou que a região tinha potencial para a criação de um pólo de tecnologia.

“O ponto central do projeto é tornar Petrópolis um portal de entrada para investimento de tecnologia, longe dos grandes centros, o que é uma tendência nessa área”, afirma Hofmann. O objetivo é investir em ações de infra-estrutura para as empresas e no incentivo à pesquisa na área.

As inscrições para o FTP podem ser feitas pelo site www.ftp2008.com.br. O preço varia de R$ 200 a R$ 1.800, dependendo das atividades escolhidas. Haverá também eventos gratuitos, mas é preciso se cadastrar com antecedência para participar.

Indústria brasileira de games deve faturar R$ 87,5 milhões em 2008

sexta-feira, agosto 1st, 2008

Por Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!

 

São Paulo – Setor tenta driblar taxa de 90% de pirataria apostando em exportações e download de jogos, revela levantamento da Abragames.

Este ano, a produção de games no Brasil deve movimentar 87,5 milhões de reais, um crescimento de 16,6% em relação ao faturamento de 76,5 milhões de reais verificado em 2007, revela o mais novo levantamento da Abragames  (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos). O último levantamento era de maio de 2005.

A avaliação realizada recentemente com 32 empresas brasileiras que desenvolvem games no País, mostra que o Brasil representa apenas 0,16% do faturamento mundial de games eletrônicos. O grande vilão do setor é a pirataria, que representa cerca de 90% do mercado.

Para driblar o problema, o setor – em sua maioria formado por pequenas empresas, com faturamento máximo de 3 milhões de dólares ao ano  – aposta nas exportações.

As exportações de games (softwares e serviços) devem saltar de 28,7% em 2007, para 43,3% este ano, de acordo com a projeção da Abragames. “Em 2006 foram iniciadas algumas ações para intensificar estas exportações porque identificamos esta como nossa principal oportunidade, já que estamos muito contaminados com a pirataria”, observa André Penha, presidente da Abragames e gerente geral da Tectoy Digital.

A aposta no mercado externo foi iniciada em 2006 e conta o apoio de um programa de incentivo a exportações de softwares de jogos. O projeto é financiado pela APEX (Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimentos) e co-gerenciado pelo SOFTEX. “A indústria de jogos tem um desafio duplo: aprender a crescer no mercado de jogos e a exportar, observa Penha.

Consoles, celulares e internet são os segmentos mais promissores no desenvolvimento de games no Brasil.

Em 2008, os serviços de desenvolvimento para os consoles da atual geração devem representar 39% do softwares para jogos produzidos no País. No ano passado essa participação era de 11%.

A produção de jogos para telefones celulares tem apresentado um ligeiro crescimento e deve manter-se estável com 15% de participação na produção brasileira de games. Já a criação de games para web manteve seu faturamento, mas perdeu participação no mercado – de 43%, em 2007, para 38% este ano. “Os jogos para web são pequenos, mas não perderam em receita”, explica o presidente da Abragames.

A situação é pior na área de jogos para PC, maior alvo do mercado ilegal, cuja participação vem despencando desde 2006, quando o segmento direcionava 30% da produção nacional. Em 2007, os games para PCs representavam 24% da produção nacional e este ano devem ficar com apenas 8% de participação.

A jogada da Abragames é driblar a situação, sem depender da redução de impostos ou da inclusão dos softwares de jogos como serviços – como é o caso dos sistemas de informática.

Hoje, qualquer software vendido em CD ou DVD-Rom carrega um imposto de importação de 33%. Nos cartuchos – como é o caso do Nintendo DS – a taxa sobe para 50%.

A carga de importação de um console de games é ainda mais proibitiva: 80% somando IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e Imposto de Importação. “Uma máquina de videopoker recebe uma carga tributária de importação de 40%”, compara Penha. “Por esse motivo, os fabricantes de consoles não têm interesse em licenciar hardware ou mesmo montá-los no Brasil”, ele observa.

Brasil supera a marca de 20 milhões de internautas residenciais

quinta-feira, novembro 1st, 2007

O número de usuários residenciais no paí­s que navegam mensalmente na internet atingiu 20,1 milhões em setembro, um crescimento de 47% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com relatório mensal do Ibope/NetRatings, divulgado nesta quarta-feira (31/10).

Segundo o instituto de pesquisas, considerando todos os ambientes, incluindo residências, trabalho e locais públicos gratuitos e pagos, o número total de pessoas com acesso à  internet no Brasil já é de 36,9 milhões. Em tempo de uso residencial da web, os brasileiros, com 22 horas mensais por pessoa, continuam à  frente dos americanos, que têm 18 horas e 54 minutos, e dos japoneses, que registraram em setembro 18 horas e 21 minutos. No mesmo mês de 2006, o tempo de navegação domiciliar dos brasileiros havia sido de 20 horas.

As faixas etárias que mais têm contribuí­do para a expansão da internet residencial são as criançaas e os adolescentes de ambos os sexos, com expansão anual de 53%, e os homens com mais de 45 anos, que tiveram crescimento de 50%. Em intensidade de uso, vêm se destacando as mulheres de 18 a 24 anos, que no perí­odo de um ano aumentaram em 25% a quantidade de páginas vistas.

Entre setembro de 2006 e setembro deste ano, as três categorias de maior crescimento percentual foram casa e moda, com 73% de evolução da audiência, viagens e turismo, com 67%, e automotivo, com 57%. Sites de gastronomia, venda de imóveis e sobre assuntos de beleza foram os que mais cresceram na categoria casa e moda, enquanto em viagens voltou a aumentar a navegação em sites de mapas, além de sites que oferecem pacotes turí­sticos e passagens aéreas.

Em tempo de navegação por usuário, a categoria buscadores, portais e comunidades passou a sustentar a primeira posição. Esse movimento está relacionado ao aumento do tempo online em comunidades. Devido ao maior interesse por redes sociais e por blogs, o tempo online mensal do usuário de comunidades passou de 3h39min em setembro de 2006 para 4h40min em setembro deste ano, o que significa uma evolução de 29%. Os novos recursos audiovisuais adotados pelas comunidades têm levado os usuários, sobretudo crianças e mulheres jovens, a navegar por mais tempo e a trocarem mais mensagens por meio das páginas de redes sociais.

Receita do setor de telecom deve superar US$ 74 bi em 2012

segunda-feira, outubro 22nd, 2007

Um estudo recente divulgado pela Frost & Sullivan, empresa de consultoria e inteligência de mercado, mostra que o mercado brasileiro de telecomunicações obteve uma receita de US$ 58,266 bilhões no ano passado e deve atingir US$ 74,280 bilhões em 2012.

A projeção feita pela consultoria tem como base principalmente os serviços de banda larga, VoIP e telefonia móvel, que registraram forte crescimento de receitas e devem manter a curva ascendente nos próximos anos. Além disso, a empresa avalia que a convergência de voz, dados e vídeo apresenta várias oportunidades de crescimento e deve impulsionar o setor com a oferta dos chamados serviços triple play para os usuários de baixa renda.

“A telefonia tradicional está em queda devido a substituição da tecnologia fixo-móvel, assim como a adoção de novas tecnologias como VoIP, fatores que impactam principalmente nas receitas com a chamadas de longa distância”, afirma Iacy Saraiva, analista de pesquisas da Frost & Sullivan.

Apesar de os serviços de telefonia local e a longa distância ainda serem os principais geradores de receitas das operadoras, respondendo por 46,2% do total do faturamento do setor em 2006, Iacy observa que os serviços de telefonia móvel estão prestes a tomar a liderança, à medida que ultrapassarem a telefonia fixa em termos de tráfico e receita. Juntas, telefonia móvel e fixa lideram o mercado com participação de 84,8% da receita do setor.

Com relação ao mercado de banda larga, a analista diz que se espera que as operadoras direcionem esforços para aumentar a penetração entre os usuários de baixa renda, enquanto os serviços de voz sobre IP devem crescer especialmente entre os chamados “heavy users” de voz e internet.

UOL lucra R$ 38 milhões e atinge 1,7 milhão de assinantes

quarta-feira, agosto 15th, 2007

O lucro do UOL cresce puxado por publicidade e banda larga. A receita com publicidade e serviços e o aumento de assinantes de banda larga contribuí­ram para os bons resultados do UOL no segundo trimestre de 2007. A receita de publicidade caixa (marca, links patrocinados e novos produtos) cresceu 27,5% ante o primeiro trimestre, alcançando R$ 30,6 milhões.

O resultado representa um crescimento de 80% sobre o mesmo perí­odo do ano passado e deveu-se principalmente ao aumento do número de anunciantes de publicidade de marca e ao crescimento da receita com novos produtos, segundo a companhia.

O número de assinantes pagantes de banda larga alcançou 915 mil em junho de 2007, com a adição de 73 mil novos usuários no perí­odo, representando um crescimento de 47% sobre as adições lí­quidas do primeiro trimestre de 2007.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) totalizou R$ 51,8 milhões, com um crescimento de 73,8%, ante o primeiro trimestre deste ano, e de 111% na comparação com o mesmo perí­odo de 2006. A margem Ebitda alcançou 40% apresentando um crescimento de 18% sobre o segundo trimestre de 2006.

O lucro alcançou R$ 37,7 milhões neste trimestre, com crescimento 69,1% ante o trimestre anterior, que atingiu R$ 22,3 milhões. Comparado ao mesmo perí­odo de 2006, o crescimento da margem Ebitda foi de 84%.

A receita bruta de serviços totalizou R$ 183,1 milhões no trimestre, ante R$ 161,5 do trimestre anterior. Comparado ao mesmo período de 2006 o crescimento foi de 23%.

Entre os lançamentos de novos serviços a empresa destaca o de recebimento de chamadas, o UOL VoIP IN e a reformulação da oferta de serviços para celular. Todos os usuários da internet já têm acesso aos ringtones e wallpaper oferecidos no site.

O lucro bruto atingiu R$ 77,2 milhões no trimestre com um crescimento de 15,2% ante o trimestre anterior (R$ 67 milhões) e um aumento de 37% comparado a 2006.

Brasil tem em julho forte crescimento na base de celulares

quarta-feira, agosto 15th, 2007


SÃO PAULO (Reuters) – A base de telefonia celular brasileira cresceu 1,74 por cento em julho na comparação com junho, segundo dados preliminares entregues pelas operadoras à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A adição líquida de 1,85 milhão de linhas é a mais alta em um mês de julho nos últimos cinco anos, de acordo com a analista Vera Rossi, do banco Morgan Stanley.

O mês passado encerrou com uma base de 108.519.664 linhas celulares em serviço, ante 106.663.068 em junho. Na comparação com as 93 milhões de linhas de julho de 2006, houve expansão de 16,62 por cento.

Para a analista, as adições líquidas de julho “confirmam o bom momento em termos de crescimento da base de assinantes” no país. “Tradicionalmente mais fraco por causa de efeitos sazonais, o mês de julho nos surpreendeu”, afirmou Vera em nota.

Ela avalia que o movimento foi puxado pela continuação das promoções das principais operadoras, que subsidiam aparelhos e promovem campanhas de preços agressivos. A analista indica que o crescimento foi promovido por Claro, TIM e Oi .

Por conta disso, ela afirma em relatório que a aceleração na base de usuários deve “provavelmente causar mais pressão sobre as margens” das operadoras. “No passado, o crescimento de assinantes nem sempre se traduzia em crescimento de receitas.”

No ano até julho, foram adicionadas 7.802.523 linhas à base nacional, ante 5.575.871 registradas no mesmo período de 2006, um crescimento de quase 40 por cento.

Mas o total agregado à base nos primeiros sete meses de 2007 está abaixo das quase 10 milhões de novas linhas registradas no mesmo período de 2005.

Condições gerais encontradas nos clientes da Result

sexta-feira, junho 1st, 2007

As empresas que optam por trabalhar em conjunto com a Result para expandir seus negócios, no âmbito de seus paí­ses, ou internacionalmente, apresentam as seguintes características:

- rápido crescimento, com modelo comprovado de negócio,

- potencial concreto de expansão internacional,

- desejam expandir seus negócios em parceria com construtores de empresas,

- estão preparadas para alocar recursos e compartilhar o sucesso.