Archive for agosto, 2008

Paf and Atletico de Madrid present a unique Sponsorship Agreement

sexta-feira, agosto 29th, 2008

Paf, a Nordic gaming operator, has signed a unique sponsorship agreement with the Spanish top football club Atletico de Madrid and becomes the clubs Official Gaming Sponsor.

Paf is the new shorts-sponsor for the club where Paf’s brand will appear on the shorts, training clothes, training field etc.

The sponsorship is for the season 2008-2011, where Paf will use Atletico de Madrid’s image as an international communication platform to further strengthen awareness for Paf’s brand and services.

The sponsorship also contains another unique dimension.

Paf will also during the first quarter 2009 launch a tailored made online gaming site for Atletico de Madrid’s fans around the world. On this gaming site, fans will be able to find for example the best odds on Atletico de Madrid’s matches, win tickets and VIP packages, get exclusive information from players and managers and much more entertaining and fun content.

“This is a historic cooperation for us, being able to team-up with one of the best football clubs in Europe, sharing the same values as we, is a true honor for Paf. We have found a very like-minded club, with a very good reputation, which is a cornerstone in this sponsorship agreement. Paf is dedicated to create a win-win situation, not only for the Club, but also for Atletico de Madrid fans” says Anders Wiklund, Head of Business to Business at Paf”.

Paf was established 1966 as a charitable organization, which still today is the foundation in Paf’s business. Last year Paf donated 20 million euro to different charity organizations, which will also be a driving force in the cooperation with Atletico de Madrid. Revenue from players’ spending on the gaming site will also be donated to local charity in Madrid chosen by Atletico de Madrid them selves.

We are very proud to have found a new sponsor sharing the same vision as us. Paf’s mindset of creating value for the club and for our fans, and having a charitable profile, is in line with our current strategy and business development. Not only have we secured the needed founds for the club, but also being able to create added value for our fans when the online gaming site is launched later by Paf. It’s also the first time a sponsor insists on distributing money to local charity, which truly makes this cooperation unique and a win-win situation for the Club, for the Fans and for Charity” says Juan Carlos Moya, Commercial Director of Atletico de Madrid.

Juan Carlos Moya, Commercial Director of Atletico de Madrid and Anders Wiklund, Head of Business to Business at Paf

Juan Carlos Moya, Commercial Director of Atletico de Madrid and Anders Wiklund, Head of Business to Business at Paf

Information about Paf:

The Paf Group is a charitable gaming operator with its head office on Åland, an autonomous province of Finland. It has 40 years operating experience in land-based and shipboard, and has been an Internet gaming operator since 1999. The Paf Group employs over 400 people and has offices in Mariehamn, Stockholm, Helsinki and Tallinn. In 2007 the group’s turnover amounted to approximately 100 million euro. Paf operates under a license from the Åland government within an EU jurisdiction. The distributable profit is in its entirety donated to good causes within e.g. the public, culture and sport sector where as the distribution 2007 amounted to 20 million euro.

Spring Wireless receives financial supply of US$ 56 mi

terça-feira, agosto 26th, 2008

Spring Wireless, mobile business solution supplier in Latin America, has just received a financial supply of US$ 56 million, from Goldman Sachs, New Enterprise Associates (NEA) and Ideasnet. The resources will be used for the extension of the company international operations.

The first step will be a new office in Seattle. The focus will be the service sectors, financial, goods and pharmaceuticals. Until the end of the year, the expectations are three new clients and 20 clients in 2009.

The aim is to consolidate the company as a world leader in mobile business solutions. They are three times bigger than the main competitor in USA and their technology is ahead from the developed by them.

The international operations already represent 25% of company total income. The idea is that in 2009 this represents 45% of the results. Nowadays, the company has 600 employees, 40% abroad, and 230 clients, around 70 abroad.

Spring Wireless recebe aporte de US$ 56 milhões

terça-feira, agosto 26th, 2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008, 18h55

A Spring Wireless, fornecedora de soluções para mobile business na América Latina, acaba de receber um aporte de capital, no valor de US$ 56 milhões, da Goldman Sachs, New Enterprise Associates (NEA) e da Ideasnet. Os recursos serão utilizados para a expansão das operações internacionais da companhia e na aquisição de empresas.

O primeiro passo da Spring Wireless será criar um escritório em Seattle, nos Estados Unidos, ainda neste mês. No total, serão investidos US$ 8 milhões na estrutura americana que contará com 12 profissionais, distribuídos entre as áreas de vendas, gestão de projetos e relacionamento com o cliente. Os focos serão os setores de serviços financeiros, bens de consumo e farmacêutico. Até o fim do ano, a empresa espera obter três clientes e a expectativa é contar com 20 clientes em 2009.

“Pretendemos nos consolidar como líder mundial em soluções para mobile business. Nosso objetivo é alcançar um faturamento de US$ 500 milhões até 2012″, afirma Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless. “Já somos cerca de três vezes maior do que o nosso principal concorrente nos Estados Unidos e na Europa eles são bem menores. Além disso, nossa tecnologia está à frente das desenvolvidas pelos nossos competidores no exterior.”

O processo de internacionalização da Spring Wireless iniciou-se em 2004 com a abertura da subsidiária do Chile. A estratégia acelerou-se no ano seguinte com a aquisição da Sysgold, consolidando-se como uma das maiores fornecedoras de soluções de mobile business na América Latina. Na Europa, a empresa atua na Península Ibérica e na Rússia e, recentemente, aumentou sua cobertura no mercado europeu com a abertura de subsidiárias na Bélgica e na França. Até o fim do ano, o objetivo é abrir um escritório na Ásia.

As operações internacionais já representam 25% do faturamento total da companhia, que não revela o valor. A expectativa é que em 2009 esse montante represente 45% dos resultados. Atualmente, a empresa conta com 600 funcionários, 40% deles no exterior, e 230 clientes, sendo cerca de 70 no fora do Brasil. “Nossa expectativa é dobrar a base de clientes no exterior a cada ano”, explica Condé.

A Spring foi avaliada para este aporte em US$ 110 milhões pré-money e em US$ 140 milhões pós-money. Com base nessa avaliação, o retorno para os acionistas da Ideiasnet desde o investimento inicial, em dezembro de 2004, é de aproximadamente 450%. A Ideiasnet continuará detendo um assento no conselho de administração e participação de 10,2% no capital da empresa. A intenção dos sócios da Spring é efetuar a abertura do capital da empresa durante o ano de 2009 na bolsa eletrônica Nasdaq.

O aporte do NEA, que efetua seu primeiro investimento na América Latina, e do Goldman Sachs, é um exemplo do tipo de operação que está sendo avaliada pela Ideiasnet para o seu portfólio atual e oportunidades futuras. “Esperamos que este investimento na Spring Wireless seja o primeiro de muitos negócios que pretendemos fazer com o NEA, Goldman e outros grandes investidores e fundos de venture capital estrangeiros nas empresas da Ideiasnet”, disse Luis Alberto Reátegui, diretor presidente da Ideiasnet.

A NEA é uma empresa de capital de risco focada em apoiar empresários a desenvolver novas e grandes empresas de tecnologia. Com aproximadamente US$ 8,5 bilhões em capital, a empresa investiu em mais de 600 empresas, das quais mais de 160 se tornaram públicas e mais de 245 foram adquiridas. Nos Estados Unidos, a NEA possui escritórios em Menlo Park, na Califórnia, e em Chevy Chase e Baltimore, em Maryland. Além disso, a companhia está presente na Índia, com um escritório em Bangalore, e na China, com representações em Pequim e Xangai.

Research shows democratization of internet in Brazil

sexta-feira, agosto 8th, 2008


F/Nazca, in its 3rd research on internet access in Brazil, shows that Brazilian people has been using the internet in lan houses (29%), at home (21%), at friends’ and relatives’ (21%), at school and university (10%) and in public centres of access.

This means that there is been, probably, a democratization of the internet access. Of course the majority of users are in classes A and B, but C and D also use it, regardless the age or region. The investment in free access places and in universities and schools is the major factor for this continuum growth of internet access.

Last year (2007), for the first time in the country, it was sold more computers – 10.7 million – than TV sets – 10.5 million. When you install ten computers at a school in the Northeast, allowing them to be used by the whole community, you are making a revolution, says Ari Meneghini, executive director of Interactive Advertising Bureau Brazil (IAB). It is still hard to analyze all that, but changes are happening. Who is economically excluded is not necessarily excluded from the internet.

In 2007, Datafolha had an estimation of 41.6 million internauts in Brazil. But according to this new study, from F/Nazca, there are 59 million internet users in the country. The researches were done based in different methodologies, but the lesson learnt is that the internet is reaching Brazilian people.

Elections

Because of the elections this year in Brazil, there were some restrictions for the candidates. It is not allowed to have blogs or communities during the campaign. This is something that the majority does not agree with. As the content of the internet is made by the public, and if they want to see or to read about someone’s ideas on any subject they will go after it – which is different on TV, where you watch everyday at a certain time the candidates’ speech -, it should not be prohibited to use the technology to reach people. Like Barack Obama had done, using Twitter, Orkut, Facebook, blogs, etc, the candidates would have had here the same opportunity, as people have nowadays great access to the web. More than it was ever imagined.

(based on Ultimo Segundo article from August 5th)

Pesquisa mostra democratização da internet no Brasil

sexta-feira, agosto 8th, 2008

05/0819:42Luísa Pécora, do Último Segundo

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Eleições

Os números da pesquisa Datafolha sobre a maior penetração da internet no Brasil foram divulgados meio à campanha para as eleições municipais deste ano, que tiveram alcance limitado na internet devido a uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Ari Amborghini, o TSE exagerou ao vetar blogs e comunidades na campanha. “Como há favorecimento de candidatos que têm muito dinheiro, concordo que é preciso haver controle. Mas hoje as pessoas buscam informações sobre os candidatos na internet. É este o melhor meio para os eleitores conversarem com os candidatos, entenderem suas propostas”, afirma.

Fernand Alphen acredita que o TSE está “remando contra a maré” e que as restrições para a campanha na internet são surpreendentes em um país que usa urna eletrônica e promove prestação de contas dos políticos na internet. Ele cita a vitoriosa campanha do norte-americano Barack Obama nas primárias democratas para exemplificar o peso da internet nas eleições. “O Obama começou a campanha com pouco dinheiro, mas utilizou a internet de todas as formas possíveis: ele tinha Twitter, Facebook, Orkut, site, blog, uma equipe para responder e-mails de eleitores, e assim conseguiu arrecadar US$ 1 bilhão pela rede”, diz. Quase metade dos doadores de Obama contribuiram com menos de US$ 200.

Além disso, Alphen acredita que a medida não tem sentido porque a internet não é uma mídia passiva como a televisão. “Na web, eu decido o que quero ver. Eu só entro no blog do Barack Obama se quiser saber o que ele pensa sobre determinado assunto”, explica. “O internauta é quem provoca o conteúdo. Se ele quer a informação, não deve ser limitado.”

 


 

Quase metade dos internautas do País acessa a web de locais públicos

quinta-feira, agosto 7th, 2008

Redação do IDG Now!

06-08-2008

Entre os 59 milhões de internautas adultos no Brasil, acesso em locais pagos cresceu de 19% para 29% em 7 meses, revela F/Radar.

Dos 59 milhões de brasileiros adultos, com idade acima de 16 anos, que acessam a internet, 48% navegam em locais públicos (29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público). Esta é uma das constatações da terceira edição do F/Radar, pesquisa conduzida pelo DataFolha a pedido da F/Nazca.

Na comparação com o estudo de agosto de 2007, a pesquisa registra um crescimento no acesso à internet em locais pagos (de 19% para 29%) e em casa de parentes ou amigos (de 13% para 21%).

O estudo realizado nos dias 26 e 27 de março, com 2.110 pessoas em mais de 150 municípios – 40% da região metropolitana e 60% do interior – mostra que 47% da população adulta tem acesso à internet no País. Em 2007 a penetração era de 38% da população adulta, mas o Datafolha ressalta que o modelo de questionamento foi modificado em relação ao ano passado.

Os dados superam o volume de 41,5 milhões de internautas adultos, indicado pelo Ibope/NetRatings, em junho.

Na avaliação do DataFolha, 25% dos brasileiros adultos ossuem internet em casa, especialmente via banda larga e 21% têm o costume de utilizá-la. A média de acesso é de 3,6 dias por semana.

Se a relação entre renda per capita e acesso à internet existisse, segundo a pesquisa, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos, por exemplo.

Avaliando o comportamento do brasileiro na Web 2.0, o F/Radar mostra que 53% dos entrevistados que acessam a internet já incluíram ou incluem textos e/ou informações de sua autoria na web. O número de pessoas que afirmam postar comentários em sites de notícias evoluiu de 3% da última edição da pesquisa para 11%.
A média de internautas que possui perfil no Orkut cresceu de 36% da amostra de 2007 para 46% este ano. A participação em comunidades na rede social do Google também cresceu – de  27% para 37%.

Aproximadamente metade dos internautas costuma ouvir músicas em sites (56%), assistir vídeos em sites (49%) e baixar músicas (48%).

 

(…)

 

Aspirante a “Vale do Silício”, Petrópolis inaugura hoje festival de tecnologia

segunda-feira, agosto 4th, 2008

FELIPE MAIA
Enviado especial da Folha Online a Petrópolis

Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, quer ser o “Vale do Silício brasileiro”, estimulando a implantação de empresas de tecnologia. Como parte desse trabalho, a cidade dá início nesta segunda-feira (4) ao 1º FTP (Festival de Tecnologia de Petrópolis), com o objetivo de reunir “cérebros” da área para discutir o assunto de maneira ampla, da robótica à medicina, passando pela arte digital.

O evento, que vai até sábado (9), terá participação de palestrantes de centros como o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e das universidades de Harvard, Paris, Londres e Cambridge. Os organizadores do evento, capitaneados pelo Movimento Petrópolis-Tecnópolis, afirmam que o principal diferencial do festival é a aposta na transmissão de conhecimento, sem atividades comerciais –não haverá venda ou apresentação de produtos.

Silvio Cioffi/Folha Imagem
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez

“Não tem feira, não tem estande. É um evento focado no público profissional de tecnologia, para fazer com que esses diversos atores discutam seu papel nesse mercado”, afirma Ana Hofmann, gerente-executiva do Movimento Petrópolis-Tecnópolis.

As palestras, workshops e apresentações vão ocorrer na Fase (Faculdade Arthur Sá Earp Neto), na sala de cinema Manuel Bandeira, no Teatro Municipal e no Palácio de Cristal, um dos principais cartões-postais da cidade.

Entre os destaques, uma palestra com Ben Kaufman, 21, eleito pela “Inc. Magazine” o empreendedor nº 1 dos EUA com menos de 30 anos de idade. Na terça-feira (5), ele fala sobre o desenvolvimento de projetos via internet.

Na sexta-feira (8), Johnny Chung Lee, da Carnegie Mellon University, mostra as potencialidades do Wiimote, o controle do console Wii –neste vídeo na rede, ele mostra como o equipamento pode ser utilizado para simular imagens em uma tela, reproduzindo movimentos do usuário. A palestra é gratuita, mas restrita a estudantes universitários.

Tecnopólo

O FTP faz parte de um projeto maior, com ambições de transformar Petrópolis em um centro de tecnologia nacional. Atualmente, existem 72 empresas de base tecnológica por lá, principalmente nas áreas de desenvolvimento de software e telecomunicações –cerca de 30 delas se instalaram nos últimos quatro anos.

Uma das bases do projeto foi um estudo feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em 1998, que indicou que a região tinha potencial para a criação de um pólo de tecnologia.

“O ponto central do projeto é tornar Petrópolis um portal de entrada para investimento de tecnologia, longe dos grandes centros, o que é uma tendência nessa área”, afirma Hofmann. O objetivo é investir em ações de infra-estrutura para as empresas e no incentivo à pesquisa na área.

As inscrições para o FTP podem ser feitas pelo site www.ftp2008.com.br. O preço varia de R$ 200 a R$ 1.800, dependendo das atividades escolhidas. Haverá também eventos gratuitos, mas é preciso se cadastrar com antecedência para participar.

Indústria brasileira de games deve faturar R$ 87,5 milhões em 2008

sexta-feira, agosto 1st, 2008

Por Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!

 

São Paulo – Setor tenta driblar taxa de 90% de pirataria apostando em exportações e download de jogos, revela levantamento da Abragames.

Este ano, a produção de games no Brasil deve movimentar 87,5 milhões de reais, um crescimento de 16,6% em relação ao faturamento de 76,5 milhões de reais verificado em 2007, revela o mais novo levantamento da Abragames  (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos). O último levantamento era de maio de 2005.

A avaliação realizada recentemente com 32 empresas brasileiras que desenvolvem games no País, mostra que o Brasil representa apenas 0,16% do faturamento mundial de games eletrônicos. O grande vilão do setor é a pirataria, que representa cerca de 90% do mercado.

Para driblar o problema, o setor – em sua maioria formado por pequenas empresas, com faturamento máximo de 3 milhões de dólares ao ano  – aposta nas exportações.

As exportações de games (softwares e serviços) devem saltar de 28,7% em 2007, para 43,3% este ano, de acordo com a projeção da Abragames. “Em 2006 foram iniciadas algumas ações para intensificar estas exportações porque identificamos esta como nossa principal oportunidade, já que estamos muito contaminados com a pirataria”, observa André Penha, presidente da Abragames e gerente geral da Tectoy Digital.

A aposta no mercado externo foi iniciada em 2006 e conta o apoio de um programa de incentivo a exportações de softwares de jogos. O projeto é financiado pela APEX (Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimentos) e co-gerenciado pelo SOFTEX. “A indústria de jogos tem um desafio duplo: aprender a crescer no mercado de jogos e a exportar, observa Penha.

Consoles, celulares e internet são os segmentos mais promissores no desenvolvimento de games no Brasil.

Em 2008, os serviços de desenvolvimento para os consoles da atual geração devem representar 39% do softwares para jogos produzidos no País. No ano passado essa participação era de 11%.

A produção de jogos para telefones celulares tem apresentado um ligeiro crescimento e deve manter-se estável com 15% de participação na produção brasileira de games. Já a criação de games para web manteve seu faturamento, mas perdeu participação no mercado – de 43%, em 2007, para 38% este ano. “Os jogos para web são pequenos, mas não perderam em receita”, explica o presidente da Abragames.

A situação é pior na área de jogos para PC, maior alvo do mercado ilegal, cuja participação vem despencando desde 2006, quando o segmento direcionava 30% da produção nacional. Em 2007, os games para PCs representavam 24% da produção nacional e este ano devem ficar com apenas 8% de participação.

A jogada da Abragames é driblar a situação, sem depender da redução de impostos ou da inclusão dos softwares de jogos como serviços – como é o caso dos sistemas de informática.

Hoje, qualquer software vendido em CD ou DVD-Rom carrega um imposto de importação de 33%. Nos cartuchos – como é o caso do Nintendo DS – a taxa sobe para 50%.

A carga de importação de um console de games é ainda mais proibitiva: 80% somando IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e Imposto de Importação. “Uma máquina de videopoker recebe uma carga tributária de importação de 40%”, compara Penha. “Por esse motivo, os fabricantes de consoles não têm interesse em licenciar hardware ou mesmo montá-los no Brasil”, ele observa.