Research shows democratization of internet in Brazil

August 8th, 2008


F/Nazca, in its 3rd research on internet access in Brazil, shows that Brazilian people has been using the internet in lan houses (29%), at home (21%), at friends’ and relatives’ (21%), at school and university (10%) and in public centres of access.

This means that there is been, probably, a democratization of the internet access. Of course the majority of users are in classes A and B, but C and D also use it, regardless the age or region. The investment in free access places and in universities and schools is the major factor for this continuum growth of internet access.

Last year (2007), for the first time in the country, it was sold more computers - 10.7 million - than TV sets - 10.5 million. When you install ten computers at a school in the Northeast, allowing them to be used by the whole community, you are making a revolution, says Ari Meneghini, executive director of Interactive Advertising Bureau Brazil (IAB). It is still hard to analyze all that, but changes are happening. Who is economically excluded is not necessarily excluded from the internet.

In 2007, Datafolha had an estimation of 41.6 million internauts in Brazil. But according to this new study, from F/Nazca, there are 59 million internet users in the country. The researches were done based in different methodologies, but the lesson learnt is that the internet is reaching Brazilian people.

Elections

Because of the elections this year in Brazil, there were some restrictions for the candidates. It is not allowed to have blogs or communities during the campaign. This is something that the majority does not agree with. As the content of the internet is made by the public, and if they want to see or to read about someone’s ideas on any subject they will go after it - which is different on TV, where you watch everyday at a certain time the candidates’ speech -, it should not be prohibited to use the technology to reach people. Like Barack Obama had done, using Twitter, Orkut, Facebook, blogs, etc, the candidates would have had here the same opportunity, as people have nowadays great access to the web. More than it was ever imagined.

(based on Ultimo Segundo article from August 5th)

Pesquisa mostra democratização da internet no Brasil

August 8th, 2008

05/08 - 19:42 - Luísa Pécora, do Último Segundo

 (…)

Eleições

Os números da pesquisa Datafolha sobre a maior penetração da internet no Brasil foram divulgados meio à campanha para as eleições municipais deste ano, que tiveram alcance limitado na internet devido a uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Ari Amborghini, o TSE exagerou ao vetar blogs e comunidades na campanha. “Como há favorecimento de candidatos que têm muito dinheiro, concordo que é preciso haver controle. Mas hoje as pessoas buscam informações sobre os candidatos na internet. É este o melhor meio para os eleitores conversarem com os candidatos, entenderem suas propostas”, afirma.

Fernand Alphen acredita que o TSE está “remando contra a maré” e que as restrições para a campanha na internet são surpreendentes em um país que usa urna eletrônica e promove prestação de contas dos políticos na internet. Ele cita a vitoriosa campanha do norte-americano Barack Obama nas primárias democratas para exemplificar o peso da internet nas eleições. “O Obama começou a campanha com pouco dinheiro, mas utilizou a internet de todas as formas possíveis: ele tinha Twitter, Facebook, Orkut, site, blog, uma equipe para responder e-mails de eleitores, e assim conseguiu arrecadar US$ 1 bilhão pela rede”, diz. Quase metade dos doadores de Obama contribuiram com menos de US$ 200.

Além disso, Alphen acredita que a medida não tem sentido porque a internet não é uma mídia passiva como a televisão. “Na web, eu decido o que quero ver. Eu só entro no blog do Barack Obama se quiser saber o que ele pensa sobre determinado assunto”, explica. “O internauta é quem provoca o conteúdo. Se ele quer a informação, não deve ser limitado.”

 


 

Quase metade dos internautas do País acessa a web de locais públicos

August 7th, 2008

Redação do IDG Now!

06-08-2008

Entre os 59 milhões de internautas adultos no Brasil, acesso em locais pagos cresceu de 19% para 29% em 7 meses, revela F/Radar.

Dos 59 milhões de brasileiros adultos, com idade acima de 16 anos, que acessam a internet, 48% navegam em locais públicos (29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público). Esta é uma das constatações da terceira edição do F/Radar, pesquisa conduzida pelo DataFolha a pedido da F/Nazca.

Na comparação com o estudo de agosto de 2007, a pesquisa registra um crescimento no acesso à internet em locais pagos (de 19% para 29%) e em casa de parentes ou amigos (de 13% para 21%).

O estudo realizado nos dias 26 e 27 de março, com 2.110 pessoas em mais de 150 municípios - 40% da região metropolitana e 60% do interior - mostra que 47% da população adulta tem acesso à internet no País. Em 2007 a penetração era de 38% da população adulta, mas o Datafolha ressalta que o modelo de questionamento foi modificado em relação ao ano passado.

Os dados superam o volume de 41,5 milhões de internautas adultos, indicado pelo Ibope/NetRatings, em junho.

Na avaliação do DataFolha, 25% dos brasileiros adultos ossuem internet em casa, especialmente via banda larga e 21% têm o costume de utilizá-la. A média de acesso é de 3,6 dias por semana.

Se a relação entre renda per capita e acesso à internet existisse, segundo a pesquisa, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos, por exemplo.

Avaliando o comportamento do brasileiro na Web 2.0, o F/Radar mostra que 53% dos entrevistados que acessam a internet já incluíram ou incluem textos e/ou informações de sua autoria na web. O número de pessoas que afirmam postar comentários em sites de notícias evoluiu de 3% da última edição da pesquisa para 11%.
A média de internautas que possui perfil no Orkut cresceu de 36% da amostra de 2007 para 46% este ano. A participação em comunidades na rede social do Google também cresceu - de  27% para 37%.

Aproximadamente metade dos internautas costuma ouvir músicas em sites (56%), assistir vídeos em sites (49%) e baixar músicas (48%).

 

(…)

 

Aspirante a “Vale do Silício”, Petrópolis inaugura hoje festival de tecnologia

August 4th, 2008

FELIPE MAIA
Enviado especial da Folha Online a Petrópolis

Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, quer ser o “Vale do Silício brasileiro”, estimulando a implantação de empresas de tecnologia. Como parte desse trabalho, a cidade dá início nesta segunda-feira (4) ao 1º FTP (Festival de Tecnologia de Petrópolis), com o objetivo de reunir “cérebros” da área para discutir o assunto de maneira ampla, da robótica à medicina, passando pela arte digital.

O evento, que vai até sábado (9), terá participação de palestrantes de centros como o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e das universidades de Harvard, Paris, Londres e Cambridge. Os organizadores do evento, capitaneados pelo Movimento Petrópolis-Tecnópolis, afirmam que o principal diferencial do festival é a aposta na transmissão de conhecimento, sem atividades comerciais –não haverá venda ou apresentação de produtos.

Silvio Cioffi/Folha Imagem
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez
Petrópolis, cidade localizada na região serrana do Rio, a 65 km da capital, recebe evento de tecnologia FTP pela primeira vez

“Não tem feira, não tem estande. É um evento focado no público profissional de tecnologia, para fazer com que esses diversos atores discutam seu papel nesse mercado”, afirma Ana Hofmann, gerente-executiva do Movimento Petrópolis-Tecnópolis.

As palestras, workshops e apresentações vão ocorrer na Fase (Faculdade Arthur Sá Earp Neto), na sala de cinema Manuel Bandeira, no Teatro Municipal e no Palácio de Cristal, um dos principais cartões-postais da cidade.

Entre os destaques, uma palestra com Ben Kaufman, 21, eleito pela “Inc. Magazine” o empreendedor nº 1 dos EUA com menos de 30 anos de idade. Na terça-feira (5), ele fala sobre o desenvolvimento de projetos via internet.

Na sexta-feira (8), Johnny Chung Lee, da Carnegie Mellon University, mostra as potencialidades do Wiimote, o controle do console Wii –neste vídeo na rede, ele mostra como o equipamento pode ser utilizado para simular imagens em uma tela, reproduzindo movimentos do usuário. A palestra é gratuita, mas restrita a estudantes universitários.

Tecnopólo

O FTP faz parte de um projeto maior, com ambições de transformar Petrópolis em um centro de tecnologia nacional. Atualmente, existem 72 empresas de base tecnológica por lá, principalmente nas áreas de desenvolvimento de software e telecomunicações –cerca de 30 delas se instalaram nos últimos quatro anos.

Uma das bases do projeto foi um estudo feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em 1998, que indicou que a região tinha potencial para a criação de um pólo de tecnologia.

“O ponto central do projeto é tornar Petrópolis um portal de entrada para investimento de tecnologia, longe dos grandes centros, o que é uma tendência nessa área”, afirma Hofmann. O objetivo é investir em ações de infra-estrutura para as empresas e no incentivo à pesquisa na área.

As inscrições para o FTP podem ser feitas pelo site www.ftp2008.com.br. O preço varia de R$ 200 a R$ 1.800, dependendo das atividades escolhidas. Haverá também eventos gratuitos, mas é preciso se cadastrar com antecedência para participar.

Indústria brasileira de games deve faturar R$ 87,5 milhões em 2008

August 1st, 2008

Por Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!

 

São Paulo - Setor tenta driblar taxa de 90% de pirataria apostando em exportações e download de jogos, revela levantamento da Abragames.

Este ano, a produção de games no Brasil deve movimentar 87,5 milhões de reais, um crescimento de 16,6% em relação ao faturamento de 76,5 milhões de reais verificado em 2007, revela o mais novo levantamento da Abragames  (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos). O último levantamento era de maio de 2005.

A avaliação realizada recentemente com 32 empresas brasileiras que desenvolvem games no País, mostra que o Brasil representa apenas 0,16% do faturamento mundial de games eletrônicos. O grande vilão do setor é a pirataria, que representa cerca de 90% do mercado.

Para driblar o problema, o setor - em sua maioria formado por pequenas empresas, com faturamento máximo de 3 milhões de dólares ao ano  - aposta nas exportações.

As exportações de games (softwares e serviços) devem saltar de 28,7% em 2007, para 43,3% este ano, de acordo com a projeção da Abragames. “Em 2006 foram iniciadas algumas ações para intensificar estas exportações porque identificamos esta como nossa principal oportunidade, já que estamos muito contaminados com a pirataria”, observa André Penha, presidente da Abragames e gerente geral da Tectoy Digital.

A aposta no mercado externo foi iniciada em 2006 e conta o apoio de um programa de incentivo a exportações de softwares de jogos. O projeto é financiado pela APEX (Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimentos) e co-gerenciado pelo SOFTEX. “A indústria de jogos tem um desafio duplo: aprender a crescer no mercado de jogos e a exportar, observa Penha.

Consoles, celulares e internet são os segmentos mais promissores no desenvolvimento de games no Brasil.

Em 2008, os serviços de desenvolvimento para os consoles da atual geração devem representar 39% do softwares para jogos produzidos no País. No ano passado essa participação era de 11%.

A produção de jogos para telefones celulares tem apresentado um ligeiro crescimento e deve manter-se estável com 15% de participação na produção brasileira de games. Já a criação de games para web manteve seu faturamento, mas perdeu participação no mercado - de 43%, em 2007, para 38% este ano. “Os jogos para web são pequenos, mas não perderam em receita”, explica o presidente da Abragames.

A situação é pior na área de jogos para PC, maior alvo do mercado ilegal, cuja participação vem despencando desde 2006, quando o segmento direcionava 30% da produção nacional. Em 2007, os games para PCs representavam 24% da produção nacional e este ano devem ficar com apenas 8% de participação.

A jogada da Abragames é driblar a situação, sem depender da redução de impostos ou da inclusão dos softwares de jogos como serviços - como é o caso dos sistemas de informática.

Hoje, qualquer software vendido em CD ou DVD-Rom carrega um imposto de importação de 33%. Nos cartuchos - como é o caso do Nintendo DS - a taxa sobe para 50%.

A carga de importação de um console de games é ainda mais proibitiva: 80% somando IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e Imposto de Importação. “Uma máquina de videopoker recebe uma carga tributária de importação de 40%”, compara Penha. “Por esse motivo, os fabricantes de consoles não têm interesse em licenciar hardware ou mesmo montá-los no Brasil”, ele observa.

HP, Intel, Yahoo join forces on cloud computing research

July 30th, 2008

By Caroline McCarthy, CNET Tue Jul 29, 11:34 AM ET - Yahoo News

Hewlett-Packard, Intel, and Yahoo announced Tuesday that they’ve teamed up to create a “test bed” project for research in cloud computing, the umbrella term for outsourcing hardware and software capabilities rather than handling them locally. With the rather dry name of The HP, Intel, and Yahoo Cloud Computing Test Bed, the open-source project will consist of data centers around the globe “to promote open collaboration among industry, academia, and governments by removing the financial and logistical barriers to research in data-intensive, Internet-scale computing.” They’ve partnered with the Infocomm Development Authority of Singapore, Germany’s Karlsruhe Institute of Technology, and the University of Illinois at Urbana-Champaign as well as the National Science Foundation.

Using largely HP hardware and Intel processors, six initial data centers will be built at those locations, each with 1,000 to 4,000 processor cores (that’s probably about 125 to 500 servers). Though research has already begun “in bits and pieces,” all the centers are expected to become fully functional later this year. Researchers from all three companies as well as the host institutions will have access to the project.

The three companies declined to state how much each had contributed financially, but did say that each was responsible for committing hardware and people to do the research. When HP Labs underwent a major reorganization in March, it named large-scale cloud services as a key focus. Labs Director and company Senior Vice President Prith Banerjee said Tuesday on a conference call with reporters that the project is important to HP because “we believe we are entering a new era called ‘Everything as a Service,’” where devices and services will “interact seamlessly through the cloud. To realize the full potential, the tech industry must think of the cloud as a platform.” Yahoo’s commitment to cloud computing stems from its involvement in the Apache Hadoop project, an open-source project for large-scale data processing, similar to Google’s proprietary MapReduce software. Yahoo formed a cloud computing group as part of a major reorganization in June, and earlier this year partnered with a research facility in India to make one of the world’s fastest supercomputers available for cloud computing research.

The three founding companies said they were “open” to adding additional partners in the future and stressed the open-source element of the project, saying that HP, Yahoo, and Intel were each committed to using information gleaned from the test beds and contributing it to open-source projects both commercially and for further research.

CNET News’ Erica Ogg and Stephen Shankland contributed to this report.

3G: Be careful

June 26th, 2008

Emerging markets boost broadband

June 20th, 2008

Ericsson stated today that number of broadband subscribers may jump from the actual 250 million to 2.2 billion in five years, stimulated by the exponential growth of the emerging markets.

The senior VP of sales and marketing Torbjorn Possne Said on an press conference in Singapore that the growth will be guided by the Asian and Latin American markets. Possne says there are currently 350 million users of fixed broadband worldwide, a number that should double by 2013.

Ulf Ewaldsson, head of the radio division, says that India is na example of fast growth for the company. “In India we are building a station every 11 minutes”, he says.

With 8 million broadband subscribers, Jan Signell, president of Ericsson Southeast Asia, hopes to reach the 40 million subscriptions mark within a few years, with the radio playing an important role in the growth.
Singapore Telecommunications recently chose Ericsson to expand its wireless broadband network and MoblieOne chose the company for the microwave and optical solutions divisions, says.
Signel added that Ericsson is looking for business in ultra-fast broadband network of Singapore, despite of not having any partnerships yet.

Petrobras é a 3ª maior empresa das Américas

May 23rd, 2008

A Petrobras ultrapassou a Microsoft, tornando-se a terceira maior empresa do continente americano em valor de mercado (soma do valor de suas ações), segundo a consultoria Economática divulgou nesta segunda-feira (19/05).

O levantamento tomou como base o preço das ações das companhias na última sexta-feira (16/05), data em que a Petrobras tinha um valor de mercado de aproximadamente US$ 287,2 bilhões, contra US$ 279,3 bilhões da maior empresa de software do mundo.
Nesse dia, as ações preferenciais da Petrobras encerraram cotadas a R$ 48,15, enquanto as ordinárias valiam R$ 57,90. Já os papéis da Microsoft encerraram valendo US$ 29,99 cada.

Em um ano, as ações da empresa brasileira subiram mais de 110%, enquanto os papéis da Microsoft sofreram desvalorização de 3,5% em relação ao fechamento em 16 de maio de 2007.

No ranking das maiores empresas da América em valor de mercado, além da Petrobras, figuram outras brasileiras como a Vale, em nono lugar com US$ 196,5 bilhões, e o Bradesco, com US$ 67,2 bilhões, na quadragésima terceira posição.
A única empresa mexicana a aparecer no ranking é a operadora de telefonia América Móvil, com US$ 99 bilhões, com a vigésima nona posição. Em primeiro lugar na lista ficou a maior empresa petrolífera do mundo, a Exxon Mobil, com valor estimado em US$ 489,6 bilhões.

Fonte Globo.com

Example of creativity

May 23rd, 2008